domingo, 28 de dezembro de 2008

Matando saudades












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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008





Fit muda para se manter no topo do segmento
Novo modelo da Honda chega ao mundo todo quase ao mesmo tempo

por ALBERTO POLO JÚNIOR, Interpress Motor

Talvez não precisasse, uma vez que ele lidera seu segmento desde que foi lançado, em 2003. Entretanto, para manter a ponta no ranking de vendas e seguindo sua política de manter seus modelos atualizados no mundo todo, a Honda lança no Brasil neste mês de novembro a segunda geração do Fit.

O monovolume chega com um ano de atraso em relação ao Japão, poucos meses depois dos EUA e ao mesmo tempo em que na Europa. A apresentação oficial acontece a partir do próximo dia 30, quando as portas do Salão do Automóvel de São Paulo forem abertas. Interpress Motor já avaliou o modelo, apresentado reservadamente à imprensa especializada.

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação
O desenho lembra o do antigo, porém ficou mais esportivo

Galeria de fotos Confira mais imagens na galeria de fotos.

Quem olha o novo Fit (New Fit, para a Honda) vai prontamente reconhecê-lo. A Honda manteve a mesma "cara", porém aplicou traços mais arrojados e esportivos. Os faróis estão maiores e mais angulosos, o capô traz agora dois vincos que partem da grade em formato de asa.

Nas laterais cresceram os espelhos retrovisores e as janelas. A traseira ficou robusta, com pára-choques mais encorpados e vidro recortado. As lanternas do Fit brasileiro são diferentes (e mais bonitas) do que as do vendido no resto do mundo. A luzes de direção e ré ficam dentro de canhões prateados.

Chama a atenção a cabine bem avançada, o que gera uma frente bastante curta. O pára-brisa cresceu 10% e ficou ainda mais inclinado, o que possibilitou uma vigia dianteira também maior. Com o painel mais baixo e os encostos de cabeça escamoteáveis, a Honda afirma que a visibilidade é 30% maior do que a da primeira geração.

Seguindo a tendência da indústria automobilística mundial, o Fit cresceu. Mede 3,90 metros de comprimento, 1,69 m de largura e 1,53 m de altura. Em relação à primeira geração, cresceu 5,5 centímetros no comprimento, 2 cm na largura, 1 cm na altura e 5 cm na distância entreeixos, que agora é de 2,50 m.

Esse crescimento pode ser percebido no interior, que ficou ligeiramente mais espaçoso. O espaço para os ombros aumentou 4,4 cm na frente e 4,3 cm atrás. Para as pernas, são mais 4 cm e, para a cabeça, o crescimento foi de 1 cm. Seu porta-malas leva 384 litros, apenas quatro a mais do que o antigo. O ganho de peso varia entre 25 kg e 86 kg, de acordo com a motorização.

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação
A frente (no alto) ficou curta e o painel tem contornos arredondados

O painel traz traços mais modernos, com várias reentrâncias, e o volante tem o mesmo desenho que o do Civic. Conforme a versão, pode ter controles de áudio e piloto automático. Já o ajuste de altura e profundidade é de série em toda a gama. Os mostradores são divididos em três e o velocímetro divide espaço com um computador de bordo, disponível para todas as versões com as funções de consumo instantâneo e médio em quilômetros por hora, autonomia e hodômetros total e parcial.

Os bancos estão mais anatômicos, com apoios laterais maiores e encaixes para as pernas. O sistema de rebatimento do banco traseiro, que permite até dez configurações, foi melhorado e não obriga mais a retirada dos encostos de cabeça e a regulagem do banco dianteiro.

São dez porta-copos espalhados pelo interior, além de porta-objetos nas portas dianteira e traseira. Todas as versões têm duplo porta-luvas, console central com divisória, sistema de portas sem pino de travamento e um compartimento sob o banco traseiro esquerdo.

Honda Fit LX - foto Caio Mattos/Divulgação

Honda Fit LX - foto Caio Mattos/Divulgação
O Fit LX agora tem rodas de 15 polegadas e airbag duplo

O novo Fit será vendido em quatro versões de acabamento. A mais simples continua a ser a LX e traz ar-condicionado, direção com assistência elétrica, airbag duplo, computador de bordo, vidros, travas e espelhos retrovisores com acionamento elétrico, travamento automático da porta a 15 km/h, comando de abertura das portas integrado à chave, banco do motorista com regulagem de altura, cinto traseiro central de três pontos retrátil, rodas de alumínio de 15 polegadas com pneus 175/65, entre outros.

O Fit intermediário é o LXL, que inclui freios a disco nas quatro rodas com ABS (antitravamento) e distribuição eletrônica (EBD) e CD Player com MP3 e entrada para fone de ouvido. O Fit EX tem os mesmos itens do LXL e mais ar-condicionado digital, piloto automático, acionamento automático do limpador traseiro quando engatada a marcha à ré, bancos revestidos de veludo, CD player com MP3 e entradas para fone de ouvido e USB, espelhos retrovisores com repetidores de direção e rodas de alumínio de 16 polegadas montadas em pneus 185/55.

Nova versão

Há uma nova versão top de linha, a EXL, que adiciona revestimento de couro, faróis de neblina e borboletas atrás do volante para trocas de marcha seqüenciais (paddle-shift), quando equipado com câmbio automático.

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação
O espaço interno cresceu, o porta-malas leva 384 litros

Há mudanças também no conjunto mecânico. O motor 1.4 das versões LX e LXL passa a ter 16 válvulas e sistema i-VTEC, que faz variar a abertura das válvulas de admissão. Com isso a potência subiu 25% em relação ao antigo e agora atinge 100 cv (cavalos) com gasolina e 101 cv com álcool a 6.000 rpm. O torque (força) máximo subiu de 11,8 para 13 kgfm a 4.800 rpm

CVT aposentado

O câmbio CVT (sigla em inglês para transmissão continuamente variável), por incompatibilidade com o uso de álcool, foi descontinuado. No seu lugar entrou uma caixa automática de cinco velocidades, derivada da utilizada no Civic. O câmbio manual permanece com cinco marchas.

O 1.5 16V do EX e EXL passa a beber álcool e sobe para 115 cv com gasolina e 116 cv com o derivado de cana, a 6.600 rpm. O torque máximo agora é de 14,8 kgfm a 4.800 rpm. No 1.5, o sistema i-VTEC é calibrado para maior desempenho, enquanto que no 1.4 privilegia a economia e o torque em baixo giro. As opções de câmbio são as mesmas do 1.4 e apenas a EXL tem trocas seqüenciais no volante.

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação
Faróis mais angulosos e lanternas exclusivas para o Brasil

Interpress Motor experimentou todas as versões do novo Fit em um circuito particular de asfalto impecável na região de Campinas. Muito embora não seja o cenário ideal para avaliar um veículo voltado para uso urbano, deu para perceber evoluções bem interessantes.

Os 20 cv a mais na versão 1.4 não são tão perceptíveis quanto sugerem. O ganho em desempenho existe, porém não chega a empolgar. Em baixo giro, apesar do esforço da Honda com o sistema i-VTEC e do torque maior, o comportamento é quase igual ao do motor anterior. Após os 3.000 rpm essa impressão some e o Fit ganha velocidade satisfatoriamente. Para quem usa o carro a maior parte do tempo na cidade, a combinação desse motor com o câmbio automático é a ideal.

O 1.5 mantém o bom desempenho e anda junto com motores maiores da concorrência. Elástico, com câmbio manual ganha velocidade rapidamente e parece estar sempre "cheio". No automático, as trocas são mais lentas, mesmo quando se usam as borboletas no volante. Sua performance, no entanto, também agrada. Os dois motores trabalham de forma suave. A Honda parece ter aplicado um melhor revestimento acústico no compartimento do motor, que era crítico no Fit anterior. Mas ainda dá para melhorar.

O ganho em estabilidade é notável em todas as versões. Respeitando o uso que seu público-alvo faz de um automóvel, o novo Fit contorna as curvas de forma neutra, ajudado pela direção direta, pelo centro de gravidade mais baixo e pela suspensão com molas e amortecedores recalibrados.

Nas versões 1.5 (com suas rodas de 16 polegadas), é possível até dirigir de forma mais esportiva, algo impensável em um monovolume. Tanto é que a Honda pretende, com elas, atrair mais a atenção do público masculino para o modelo.

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação
O Fit EXL 1.5 aceita bem uma tocada mais vigorosa

No interior foi embora o revestimento plástico com acabamento poroso – agradável aos olhos e às mãos – da geração antiga. No lugar entrou um mais pobre, mas com bons encaixes. O tecido dos bancos das versões LX e LXL ficou mais bonito e continua áspero.

O motorista tem todos os comandos à mão, facilidade para encontrar a melhor posição de dirigir e é amparado por enormes retrovisores externos. O espaço continua elogiável. Este repórter, com 1,84 metro de altura, viajou sem esbarrar as pernas no banco dianteiro ou a cabeça no teto. Quatro adultos viajam com conforto.

O Fit se reafirma como a melhor opção dentro do seu segmento, que inclui Chevrolet Meriva e Fiat Idea. Vem bem equipado – embora faltem mimos como sensores de chuva, farol e estacionamento –, tem o que há de mais moderno em motores dentro da Honda e agora oferece três anos de garantia. Resta saber o preço, que será divulgado nesta segunda (27). Especula-se que fique entre os R$ 50 mil de um Fit LX e os R$ 65 mil do EXL.

FICHA TÉCNICA
Honda Fit

Motor: dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 16V, flex, 1.339 cm³ (1.4) e 1.496 cm³ (1.5) de cilindrada
Potência: 100 cv (gasolina) a 101 cv (álcool) a 6.000 rpm (1.4) e 115 cv (gasolina) a 116 cv (álcool) a 6.600 rpm (1.5)
Torque: 13 kgfm (gasolina ou álcool) a 4.800 rpm (1.4) e 14,8 kgfm (gasolina ou álcool) a 4.800 rpm (1.5)
Direção: elétrica
Câmbio: manual ou automático de cinco velocidades
Suspensão: dianteira independente, tipo McPherson, com amortecedores pressurizados e barra estabilizadora; traseira barra de torção, com molas helicoidais e barra estabilizadora
Freios: a disco na dianteira e a tambor na traseira (LX); a disco nas quatro rodas (LXL, EX e EXL)
Dimensões: 3,90 m de comprimento; 1,69 m de largura; 1,53 m de altura; 2,50 m de entreeixos
Peso: a partir de 1.080 kg
Tanque: 42 litros
Porta-malas: 380 litros
Preço estimado: a partir de R$ 50 mil


Ferrari de duas rodas em leilão na Suíça


Há muitas coisas na vida que não têm preço. No entanto, essa máxima está longe de ser aplicada a quem desejar ser o proprietário de um modelo único de motocicleta Ferrari no mundo.

No dia 20 deste mês, a máquina de 900 cilindradas construída em homenagem ao fundador da marca italiana, Enzo Ferrari, será leiloada na casa Bonhams, na Suíça, a uma bagatela estimada de 300 mil dólares.

O criador do exemplar exclusivo foi David Kay, designer da MV Agusta. Para tanto, ele precisou consultar o filho de Enzo, Piero Ferrari, que autorizou a proposta em maio de 1990. A moto ficaria pronta cinco anos mais tarde.

Segundo Kay, a Ferrari de duas rodas tem condições de superar a barreira dos 260 km/h com seu motor quatro cilindros, oito válvulas, atingindo potencia de 105 cv a 8.800 rpm. O câmbio é de cinco marchas e o chassi tubular em alumínio.


Fonte:
Equipe MOTO.com.br

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008




Motoristas com menos de um ano de habilitação poderão ser proibidos de dirigir em rodovias

Os motoristas com menos de um ano de habilitação poderão ficar proibidos de dirigir em rodovias e estradas. A proposta, de autoria do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), foi aprovada nesta quarta-feira (3) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa.

Ao explicar o objetivo do projeto (PLS 110/03), Mercadante lembrou que os motoristas, pela legislação em vigor, só recebem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) após um ano de aprovação nos exames de habilitação, desde que não tenham cometido qualquer infração de natureza grave ou gravíssima no período ou que não sejam reincidentes em infração de grau médio.

- No curso do primeiro ano de experiência, os condutores são autorizados a portar, tão-somente, uma permissão para dirigir. Desse modo, a proposição, ao exigir a Carteira Nacional de Habilitação para dirigir em rodovias e estradas, destina-se a proibir que os motoristas provisoriamente habilitados possam conduzir veículos nessas vias - justificou o autor da proposta.

Na ocasião da aprovação da matéria, Mercadante destacou ainda que o Brasil é um dos recordistas mundiais em acidentes de jovens nas estradas e que, portanto, esse projeto, aliado a outras normas, como a Lei Seca, é mais uma medida para ajudar a reduzir essas altas taxas de acidentes e mortes nas rodovias.

Estatísticas

O relator da matéria, senador Eduardo Suplicy (PT-SP), ao apresentar parecer favorável, divulgou estatísticas elaboradas a partir de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), as quais relacionam o número de acidentes em rodovias federais com o de motoristas "permissionados" - aqueles com menos de um ano de habilitação.

Suplicy salientou que, com essas estatísticas, "observa-se claramente que a condição de permissionado está associada a um nível proporcionalmente muito maior de acidentes com vítimas em rodovias federais, o que corrobora quantitativamente a hipótese que motivou o projeto".

- Os dados estatísticos acima permitem atribuir aos portadores de "Permissão para Dirigir" uma responsabilidade maior pelos acidentes - afirmou Suplicy, em seu parecer.