domingo, 28 de dezembro de 2008

Matando saudades












RÁDIO TERRA FM
99,9 MHZ BELO H
ORIZONTE
-

ESSA RADIO FOI A MELHOR EMISSORA DE
ROCK DE BELO HTE, SAIU DO AR PARA DAR LUGAR A RADIO BREGA LÍDER FM.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008





Fit muda para se manter no topo do segmento
Novo modelo da Honda chega ao mundo todo quase ao mesmo tempo

por ALBERTO POLO JÚNIOR, Interpress Motor

Talvez não precisasse, uma vez que ele lidera seu segmento desde que foi lançado, em 2003. Entretanto, para manter a ponta no ranking de vendas e seguindo sua política de manter seus modelos atualizados no mundo todo, a Honda lança no Brasil neste mês de novembro a segunda geração do Fit.

O monovolume chega com um ano de atraso em relação ao Japão, poucos meses depois dos EUA e ao mesmo tempo em que na Europa. A apresentação oficial acontece a partir do próximo dia 30, quando as portas do Salão do Automóvel de São Paulo forem abertas. Interpress Motor já avaliou o modelo, apresentado reservadamente à imprensa especializada.

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação
O desenho lembra o do antigo, porém ficou mais esportivo

Galeria de fotos Confira mais imagens na galeria de fotos.

Quem olha o novo Fit (New Fit, para a Honda) vai prontamente reconhecê-lo. A Honda manteve a mesma "cara", porém aplicou traços mais arrojados e esportivos. Os faróis estão maiores e mais angulosos, o capô traz agora dois vincos que partem da grade em formato de asa.

Nas laterais cresceram os espelhos retrovisores e as janelas. A traseira ficou robusta, com pára-choques mais encorpados e vidro recortado. As lanternas do Fit brasileiro são diferentes (e mais bonitas) do que as do vendido no resto do mundo. A luzes de direção e ré ficam dentro de canhões prateados.

Chama a atenção a cabine bem avançada, o que gera uma frente bastante curta. O pára-brisa cresceu 10% e ficou ainda mais inclinado, o que possibilitou uma vigia dianteira também maior. Com o painel mais baixo e os encostos de cabeça escamoteáveis, a Honda afirma que a visibilidade é 30% maior do que a da primeira geração.

Seguindo a tendência da indústria automobilística mundial, o Fit cresceu. Mede 3,90 metros de comprimento, 1,69 m de largura e 1,53 m de altura. Em relação à primeira geração, cresceu 5,5 centímetros no comprimento, 2 cm na largura, 1 cm na altura e 5 cm na distância entreeixos, que agora é de 2,50 m.

Esse crescimento pode ser percebido no interior, que ficou ligeiramente mais espaçoso. O espaço para os ombros aumentou 4,4 cm na frente e 4,3 cm atrás. Para as pernas, são mais 4 cm e, para a cabeça, o crescimento foi de 1 cm. Seu porta-malas leva 384 litros, apenas quatro a mais do que o antigo. O ganho de peso varia entre 25 kg e 86 kg, de acordo com a motorização.

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação
A frente (no alto) ficou curta e o painel tem contornos arredondados

O painel traz traços mais modernos, com várias reentrâncias, e o volante tem o mesmo desenho que o do Civic. Conforme a versão, pode ter controles de áudio e piloto automático. Já o ajuste de altura e profundidade é de série em toda a gama. Os mostradores são divididos em três e o velocímetro divide espaço com um computador de bordo, disponível para todas as versões com as funções de consumo instantâneo e médio em quilômetros por hora, autonomia e hodômetros total e parcial.

Os bancos estão mais anatômicos, com apoios laterais maiores e encaixes para as pernas. O sistema de rebatimento do banco traseiro, que permite até dez configurações, foi melhorado e não obriga mais a retirada dos encostos de cabeça e a regulagem do banco dianteiro.

São dez porta-copos espalhados pelo interior, além de porta-objetos nas portas dianteira e traseira. Todas as versões têm duplo porta-luvas, console central com divisória, sistema de portas sem pino de travamento e um compartimento sob o banco traseiro esquerdo.

Honda Fit LX - foto Caio Mattos/Divulgação

Honda Fit LX - foto Caio Mattos/Divulgação
O Fit LX agora tem rodas de 15 polegadas e airbag duplo

O novo Fit será vendido em quatro versões de acabamento. A mais simples continua a ser a LX e traz ar-condicionado, direção com assistência elétrica, airbag duplo, computador de bordo, vidros, travas e espelhos retrovisores com acionamento elétrico, travamento automático da porta a 15 km/h, comando de abertura das portas integrado à chave, banco do motorista com regulagem de altura, cinto traseiro central de três pontos retrátil, rodas de alumínio de 15 polegadas com pneus 175/65, entre outros.

O Fit intermediário é o LXL, que inclui freios a disco nas quatro rodas com ABS (antitravamento) e distribuição eletrônica (EBD) e CD Player com MP3 e entrada para fone de ouvido. O Fit EX tem os mesmos itens do LXL e mais ar-condicionado digital, piloto automático, acionamento automático do limpador traseiro quando engatada a marcha à ré, bancos revestidos de veludo, CD player com MP3 e entradas para fone de ouvido e USB, espelhos retrovisores com repetidores de direção e rodas de alumínio de 16 polegadas montadas em pneus 185/55.

Nova versão

Há uma nova versão top de linha, a EXL, que adiciona revestimento de couro, faróis de neblina e borboletas atrás do volante para trocas de marcha seqüenciais (paddle-shift), quando equipado com câmbio automático.

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação
O espaço interno cresceu, o porta-malas leva 384 litros

Há mudanças também no conjunto mecânico. O motor 1.4 das versões LX e LXL passa a ter 16 válvulas e sistema i-VTEC, que faz variar a abertura das válvulas de admissão. Com isso a potência subiu 25% em relação ao antigo e agora atinge 100 cv (cavalos) com gasolina e 101 cv com álcool a 6.000 rpm. O torque (força) máximo subiu de 11,8 para 13 kgfm a 4.800 rpm

CVT aposentado

O câmbio CVT (sigla em inglês para transmissão continuamente variável), por incompatibilidade com o uso de álcool, foi descontinuado. No seu lugar entrou uma caixa automática de cinco velocidades, derivada da utilizada no Civic. O câmbio manual permanece com cinco marchas.

O 1.5 16V do EX e EXL passa a beber álcool e sobe para 115 cv com gasolina e 116 cv com o derivado de cana, a 6.600 rpm. O torque máximo agora é de 14,8 kgfm a 4.800 rpm. No 1.5, o sistema i-VTEC é calibrado para maior desempenho, enquanto que no 1.4 privilegia a economia e o torque em baixo giro. As opções de câmbio são as mesmas do 1.4 e apenas a EXL tem trocas seqüenciais no volante.

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação
Faróis mais angulosos e lanternas exclusivas para o Brasil

Interpress Motor experimentou todas as versões do novo Fit em um circuito particular de asfalto impecável na região de Campinas. Muito embora não seja o cenário ideal para avaliar um veículo voltado para uso urbano, deu para perceber evoluções bem interessantes.

Os 20 cv a mais na versão 1.4 não são tão perceptíveis quanto sugerem. O ganho em desempenho existe, porém não chega a empolgar. Em baixo giro, apesar do esforço da Honda com o sistema i-VTEC e do torque maior, o comportamento é quase igual ao do motor anterior. Após os 3.000 rpm essa impressão some e o Fit ganha velocidade satisfatoriamente. Para quem usa o carro a maior parte do tempo na cidade, a combinação desse motor com o câmbio automático é a ideal.

O 1.5 mantém o bom desempenho e anda junto com motores maiores da concorrência. Elástico, com câmbio manual ganha velocidade rapidamente e parece estar sempre "cheio". No automático, as trocas são mais lentas, mesmo quando se usam as borboletas no volante. Sua performance, no entanto, também agrada. Os dois motores trabalham de forma suave. A Honda parece ter aplicado um melhor revestimento acústico no compartimento do motor, que era crítico no Fit anterior. Mas ainda dá para melhorar.

O ganho em estabilidade é notável em todas as versões. Respeitando o uso que seu público-alvo faz de um automóvel, o novo Fit contorna as curvas de forma neutra, ajudado pela direção direta, pelo centro de gravidade mais baixo e pela suspensão com molas e amortecedores recalibrados.

Nas versões 1.5 (com suas rodas de 16 polegadas), é possível até dirigir de forma mais esportiva, algo impensável em um monovolume. Tanto é que a Honda pretende, com elas, atrair mais a atenção do público masculino para o modelo.

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação

Honda Fit EXL - foto Caio Mattos/Divulgação
O Fit EXL 1.5 aceita bem uma tocada mais vigorosa

No interior foi embora o revestimento plástico com acabamento poroso – agradável aos olhos e às mãos – da geração antiga. No lugar entrou um mais pobre, mas com bons encaixes. O tecido dos bancos das versões LX e LXL ficou mais bonito e continua áspero.

O motorista tem todos os comandos à mão, facilidade para encontrar a melhor posição de dirigir e é amparado por enormes retrovisores externos. O espaço continua elogiável. Este repórter, com 1,84 metro de altura, viajou sem esbarrar as pernas no banco dianteiro ou a cabeça no teto. Quatro adultos viajam com conforto.

O Fit se reafirma como a melhor opção dentro do seu segmento, que inclui Chevrolet Meriva e Fiat Idea. Vem bem equipado – embora faltem mimos como sensores de chuva, farol e estacionamento –, tem o que há de mais moderno em motores dentro da Honda e agora oferece três anos de garantia. Resta saber o preço, que será divulgado nesta segunda (27). Especula-se que fique entre os R$ 50 mil de um Fit LX e os R$ 65 mil do EXL.

FICHA TÉCNICA
Honda Fit

Motor: dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 16V, flex, 1.339 cm³ (1.4) e 1.496 cm³ (1.5) de cilindrada
Potência: 100 cv (gasolina) a 101 cv (álcool) a 6.000 rpm (1.4) e 115 cv (gasolina) a 116 cv (álcool) a 6.600 rpm (1.5)
Torque: 13 kgfm (gasolina ou álcool) a 4.800 rpm (1.4) e 14,8 kgfm (gasolina ou álcool) a 4.800 rpm (1.5)
Direção: elétrica
Câmbio: manual ou automático de cinco velocidades
Suspensão: dianteira independente, tipo McPherson, com amortecedores pressurizados e barra estabilizadora; traseira barra de torção, com molas helicoidais e barra estabilizadora
Freios: a disco na dianteira e a tambor na traseira (LX); a disco nas quatro rodas (LXL, EX e EXL)
Dimensões: 3,90 m de comprimento; 1,69 m de largura; 1,53 m de altura; 2,50 m de entreeixos
Peso: a partir de 1.080 kg
Tanque: 42 litros
Porta-malas: 380 litros
Preço estimado: a partir de R$ 50 mil


Ferrari de duas rodas em leilão na Suíça


Há muitas coisas na vida que não têm preço. No entanto, essa máxima está longe de ser aplicada a quem desejar ser o proprietário de um modelo único de motocicleta Ferrari no mundo.

No dia 20 deste mês, a máquina de 900 cilindradas construída em homenagem ao fundador da marca italiana, Enzo Ferrari, será leiloada na casa Bonhams, na Suíça, a uma bagatela estimada de 300 mil dólares.

O criador do exemplar exclusivo foi David Kay, designer da MV Agusta. Para tanto, ele precisou consultar o filho de Enzo, Piero Ferrari, que autorizou a proposta em maio de 1990. A moto ficaria pronta cinco anos mais tarde.

Segundo Kay, a Ferrari de duas rodas tem condições de superar a barreira dos 260 km/h com seu motor quatro cilindros, oito válvulas, atingindo potencia de 105 cv a 8.800 rpm. O câmbio é de cinco marchas e o chassi tubular em alumínio.


Fonte:
Equipe MOTO.com.br

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008




Motoristas com menos de um ano de habilitação poderão ser proibidos de dirigir em rodovias

Os motoristas com menos de um ano de habilitação poderão ficar proibidos de dirigir em rodovias e estradas. A proposta, de autoria do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), foi aprovada nesta quarta-feira (3) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa.

Ao explicar o objetivo do projeto (PLS 110/03), Mercadante lembrou que os motoristas, pela legislação em vigor, só recebem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) após um ano de aprovação nos exames de habilitação, desde que não tenham cometido qualquer infração de natureza grave ou gravíssima no período ou que não sejam reincidentes em infração de grau médio.

- No curso do primeiro ano de experiência, os condutores são autorizados a portar, tão-somente, uma permissão para dirigir. Desse modo, a proposição, ao exigir a Carteira Nacional de Habilitação para dirigir em rodovias e estradas, destina-se a proibir que os motoristas provisoriamente habilitados possam conduzir veículos nessas vias - justificou o autor da proposta.

Na ocasião da aprovação da matéria, Mercadante destacou ainda que o Brasil é um dos recordistas mundiais em acidentes de jovens nas estradas e que, portanto, esse projeto, aliado a outras normas, como a Lei Seca, é mais uma medida para ajudar a reduzir essas altas taxas de acidentes e mortes nas rodovias.

Estatísticas

O relator da matéria, senador Eduardo Suplicy (PT-SP), ao apresentar parecer favorável, divulgou estatísticas elaboradas a partir de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), as quais relacionam o número de acidentes em rodovias federais com o de motoristas "permissionados" - aqueles com menos de um ano de habilitação.

Suplicy salientou que, com essas estatísticas, "observa-se claramente que a condição de permissionado está associada a um nível proporcionalmente muito maior de acidentes com vítimas em rodovias federais, o que corrobora quantitativamente a hipótese que motivou o projeto".

- Os dados estatísticos acima permitem atribuir aos portadores de "Permissão para Dirigir" uma responsabilidade maior pelos acidentes - afirmou Suplicy, em seu parecer.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008


Troller T4 muda sob comando da Ford

A Troller nasceu pequena em 1999 na cidade de Horizonte, no interior do Ceará. O T4, seu principal produto, surgiu com motor a gasolina da Volkswagen e suas peças eram emprestadas dos mais diversos modelos. No começo do ano passado, a empresa passou a ser uma subsidiária da Ford e agora, finalmente, a montadora resolveu dar o seu toque ao jipe.



O dedo da Ford pode ser visto nos detalhes. As maçanetas vêm do EcoSport. As portas são novas e a grade dianteira agora é removível. Também são novos os faróis, pára-brisa e vidros laterais. A capota de fibra ficou mais leve para facilitar a remoção.



É por dentro, porém, que você comprova que está em um Ford. Os instrumentos e os difusores de ar são do Fiesta. O volante e as maçanetas internas também vêm do EcoSport. Os painéis das portas são todos de plástico e o piso é de borracha, tudo para facilitar a limpeza.

Motor a diesel e tração com reduzida

Na mecânica, a Ford manteve o mesmo MWM a diesel de 3,0 litros, 163 cv a 3.800 rpm e torque de 38 kgfm entre 1.600 e 2.200 rpm, que equipa a picape Ranger. O câmbio é manual de cinco velocidades com diferencial traseiro autoblocante.

A tração é selecionada por um botão no painel, sendo 4x2, 4x4 ou 4x4 reduzida. A operação é simples, mas é preciso dar um tranco no carro para que a tração realmente seja acoplada. No teste em uma trilha no município de Atibaia (SP), o carro mostrou que cumpre o que promete, passando com facilidade pelos obstáculos.

O problema está no conforto dos ocupantes, que sentem todas as imperfeições, mas isso é previsível em um jipe com verdadeira vocação fora de entrada. Os bancos são revestidos de couro e possuem bons apoios laterais. O espaço é apertado para quem vai na frente, mas bem generoso para os caronas do assento traseiro.



O porta-malas praticamente não existe, mas há um bagageiro no teto com capacidade para 150 quilos. Outros números importantes são o ângulo de entrada de 50 graus, saída de 37 graus, rampa de 29 graus e vão livre do solo de 21,5 cm.

Na hora de parar, o motorista tem quatro discos de freio, mas não há assistência do ABS. O jipe também não tem estrutura para ser equipado com airbags, assunto para a Ford resolver caso a lei que obriga as bolsas infláveis nos veículos realmente vingue.

Preço não foi divulgado, mas não passa de R$ 90 mil

O maior mistério do carro é o preço. A Ford divulgou informações sobre o veículo no dia 13 de outubro, sem valores. Depois veio o Salão do Automóvel e, mais uma vez, a montadora não os divulgou. Agora, no lançamento oficial, a cifra foi ocultada novamente, mas Rodrigo Lourenço, gerente geral de marketing e vendas, garantiu que não passará dos R$ 90 mil.

Teste drive feito a convite da Ford

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Towner volta ao Brasil


Modelo é importado pela CN Auto, assim como a 'irmã maior' Topic.
Empresa serve cachorro-quente no Salão do Automóvel de São Paulo.

Os importadores da CN Auto foram à China atrás de um modelo de minivan e outro de van para vender no Brasil. Até então, nada de novo, afinal não param de chegar modelos chineses ao mercado nacional. Mas a empresa traçou uma estratégia de marketing interessante para tentar se sobressair nesse novo nicho de mercado ocupado pelos carros chineses: comprou os direitos dos nomes de dois modelos que se consagraram na década de 90: Towner e Topic.

Isso mesmo, os modelos que se tornaram referência entre os perueiros, tintureiros e “dogueiros” estão de volta e podem ser vistos no Salão do Automóvel de São Paulo. Eles não têm nada a ver com aqueles vendidos pela Asia Motors, a não ser os nomes e tipos de carrocerias. Os carros são outros, mais modernos (como não poderiam deixar de ser, afinal já faz mais de 15 anos...), mas tão funcionais quanto os “originais”.

A CN Auto, empresa responsável pela importação e distribuição dos utilitários já trouxe ao Brasil 1,1 mil carros de um lote de 3 mil previsto para este ano. E mais: já diz ter vendido 300 unidades dos veículos só no primeiro mês. “Já somos a marca chinesa mais vendida no Brasil e temos preços 20% menores que os da concorrência”, afirma o diretor comercial da importadora Higidio da Silva Neto.


A Towner é fabricada pela montadora chinesa Hafei Motor, tem motor 1.0 a gasolina com 48 cavalos de potência, vai custar a partir de R$ 24 mil e será oferecida nas versões picape, furgão e passageiro.

á a Topic, produzida pela Shenyang Brilliance Jinbei, tem preço inicial de R$ 56 mil. O motor 2.2 de 102 cavalos é bicombustível de fábrica (gasolina e gás). A versão de passageiro tem capacidade para sete pessoas, mas também será oferecida nas configurações escolar e furgão.

“As marcas Towner e Topic conquistaram muitos fãs em nosso país e, ao saber que seriam relançadas, muitos consumidores demonstraram interesse na compra”, diz Higino.

A CN Auto vai operar com quatro revendas na Grande São Paulo.

Até o final do ano, a distribuidora irá inaugurar outras três revendas no interior de São Paulo e outras em cada uma das seguintes capitais: Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória.

Para comemorar a volta da Towner ao Brasil, o modelo preferido pelos “dogueiros” da década de 90, o estande da marca no Salão do Automóvel estará distribuindo 30 mil cachorros-quentes durante o evento. “É uma maneira de chamar a atenção do público e comemorar o retorno da Towner”, diz o importador.




segunda-feira, 3 de novembro de 2008



Direto de Las Vegas (EUA): as máquinas do SEMA show 2008


Os motores estão apenas esquentando aqui em Las Vegas (EUA), onde acontece a edição 2008 do SEMA Show (Specialty Market Association), o maior salão de carros tunados, peças, acessórios e serviços do mundo. O evento reúne centenas e expositores e procura espantar a crise nos Estados Unidos, principalmente agora que os norte-americanos se prepararam para as eleições presidenciais. O que você pode conferir a partir de agora é apenas uma pequena mostra do que vai ver durante a semana. Isso porque a exposição começa para valer mesmo a partir da próxima terça-feira.

Há carros preparados de todo do tipo. Já começa pelos clássicos customizados, ou seja, com alguns itens modernos, que ressaltam a esportividade, mas sem tirar o charme original do carro. Há também dragsters, com enormes motores com mais de 1.000 cavalos de potência e utilitários gigantes, feitos por especialistas no assunto e que são capazes de passar por cima de vários carros que vemos no trânsito no dia-a-dia. Então, fique ligado porque vem mais novidade por aí, ok?





sábado, 1 de novembro de 2008

De 30 de outubro a 9 de novembro, realiza-se no Anhembi, em São Paulo, o XXV (25º) Salão do Automóvel. O horário para a visitação é de 14h às 22h.

O principal evento da indústria automobilística nacional reúne modelos capazes de agradar a gregos e troianos. Modelos mulheres e modelos de carros também. Os 170 expositores do Salão aguardam 650 mil visitantes até o dia 9 de novembro, dia em que termina o evento.

Ingressos: disponíveis na bilheteria do evento, que funcionará a partir do horário de abertura da feira e se encerrará uma hora antes do seu término. Para maiores de 12 anos, o valor é R$ 30. crianças de 5 a 12 anos pagam apenas R$ 20. O ingresso é gratuito para menores de 5 anos e para maiores de 65 anos.

Estacionamento: R$ 20.

Pagani Ronda Zoadster no salao automovel

Pagani Zonda Roadster F, acima, custa R$ 5 milhões. Tem motor de 659 cv de potência e vai de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos.

Ferrari Spyer e Felipe Massa

Felipe Massa apresentou a Ferrari Spyder

ferrari 430 scuderia

Ferrari 430 Scuderia e uma modelo que gostaria muito de saber o nome. Essas duas máquinas é só pra olhar, pq ter… acho difícil.

C4 Picasso

O novo C4 Picasso é show da Citröen


Veja o site oficial do salão do automóvel 2008 aqui:

http://www.salaodoautomovel.com.br/home/index_pt.php

Assista um vídeo Salão do Automóvel aqui:

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Traverse será atração no estande da Chevrolet no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo
CHEVROLET TRAVERSE
O Chevrolet Traverse 2009, inspirado no consagrado sedã Malibu, será uma das atrações no 25º Salão Internacional do Automóvel 2008, que acontece no Parque Anhembi, em São Paulo, a partir do próximo dia 30 de outubro e até o dia nove de novembro. A mostra servirá como clínica para medir a aceitação do público em relação ao utilitário-esportivo da marca.

O Chevrolet Traverse apresenta um perfil exclusivo e um projeto de linhas limpas, suaves e modernas, que caracterizam o novo visual global da marca. A grade cromada, os faróis e rodas com aro de 20 polegadas, além dos pára-choques envolventes e a carroceria alongada, compõem o desenho externo do veículo. Já o interior do modelo reúne estilo refinado, tecnologia e atenção a detalhes.

Um potente motor 3.6 litros de 292 cv de potência. Sob o capô do utilitário-esportivo da Chevrolet está um motor 3.6 litros “V6” a gasolina, com injeção direta, que esbanja eficiência e varia de potência de acordo com a versão. O modelo com escapamento duplo desenvolve 292 cv de potência e 366 Nm de torque, enquanto o com escapamento simples gera 284 cv de potência e 343 Nm de torque.

A transmissão do utilitário-esportivo da Chevrolet é a Hydra-Matic, automática, de 6 velocidades. O veículo possui ainda sistema AWD (All Wheel Drive), que oferece melhor tração em superfícies de baixa aderência.

Sistemas avançados garantem maior segurança

Dispositivos adicionais de frenagem incluem Válvula Proporcionadora Traseira Dinâmica (Dynamic Rear Proportioning - DRP), Servo-Freio Hidráulico (HBB) e Sistema Auxiliar de Frenagem em Situação de Pânico (PBA).

Além disso, também são de série vários dispositivos que melhoram a condução e a dirigibilidade, bem como a segurança, tais como sistema de controle eletrônico de estabilidade StabiliTrak; controle de tração; e sistema de monitoramento de pressão dos pneus.

O modelo está equipado com seis airbags de série e um sistema de sensor de capotamento da GM, que pode ativar os airbags laterais do tipo cortina (cabeça) e os pré-tensionadores do cinto de segurança, caso os sensores detectem um capotamento iminente.

Fonte: GM

terça-feira, 14 de outubro de 2008


Deficiente visual pilota a 308,78 km/h

O belga Luc Costermans estabeleceu um novo recorde de velocidade entre pessoas portadoras de deficiência visual em uma pista na França. A bordo de um Lamborghini Gallardo, ele atingiu a marca de 308,78 km/h, superando em mais de 40 km/h o antigo registro. Este não foi o único feito deste homem, que perdeu a visão há quatro anos de idade em um acidente. Em 2006, ele completou um tour pela França controlando um pequeno avião.


Costermans, que contou com a ajuda do co-piloto Guillaume Roman, quebrou o recorde estabelecido pelo inglês Mike Newman, quando em 2005, ele conduziu um BMW M5 à velocidade máxima de 268 km/h. Ele ainda dedicou sua conquista ao ex-piloto de Fórmula 1, Philippe Streiff, que sofreu um grave acidente no Grande Prêmio do Brasil de 1989, o qual o deixou paralítico.

sábado, 6 de setembro de 2008


Toyota mostrará Urban Cruiser e iQ finais
A Toyota confirmou que levará ao Salão do Automóvel de Paris, na França, as versões finais dos modelos iQ e Urban Cruiser, anteriormente apresentadas apenas como pré-produções. Juntamente do anuncio, a companhia mostrou algumas imagens das linhas definitivas dos veículos.

O Urban Cruiser pode ser considerado uma versão européia do monovolume Ist, que será oferecido com tração nas quatro rodas e motor a diesel 1.4 D-4D. É claro que, ao longo do tempo, deverão aparecer outras mecânicas, mas essa foi a escolhida pela companhia para o lançamento.

O pequenino iQ dispensa muitas apresentações, já que vem sendo um dos automóveis mais comentados da companhia ultimamente e está presentes a ser lançado no mercado japonês. Ele deverá rivalizar com o smart fortwo, fabricado pela Mercedes-Benz. O modelo tem menos de 3 metros de comprimento, mas consegue acomodar uma configuração de 3+1.


Novo Focus a partir de R$ 58 190

A Ford acaba de lançar, em Bariloche, na Argentina, o novo Ford Focus, que chega ao Brasil nas configurações hatch e sedã. O modelo é produzido no nosso país vizinho há quase 10 anos e ganhou uma renovação considerável.

As principais mudanças do automóvel ficam por conta da nova plataforma, a C1, a mesma utilizada na minivan C-Max, no hatch Volvo C30 e no novo Ford Kuga. O porta-malas da versão sedã é um dos pontos de destaque, com 526 litros. O novo Focus tem 100 mm a mais que a versão anterior no comprimento.

Uma novidade introduzida pela Ford no modelo e só vista anteriormente em automóveis de marcas tops foi o “Ford Power”, sistema sem chave de ignição, que ativa o funcionamento do veículo apenas pelo pressionamento de um botão no console central. O carro detecta que a chave está dentro do habitáculo e permite a ação.

Um ponto que causou polêmica foi o anúncio de que a Ford investirá mais na versão sedã, aproveitando a alta que o segmento está tendo, do que na hatch, a mais vendida atualmente.

Motorização

Inicialmente, só será oferecida a versão movida à gasolina. O motor 2.0 litros, de 145 cv de potência, atende às leis de emissão que entrarão em vigor no próximo ano. A opção flex só deverá chegar no fim de 2009 ou início de 2010.

Com o propulsor citado, o automóvel, em configuração sedã, vai de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos e atinge uma velocidade máxima de 204 km/h, com câmbio manual (192 km/h com o automático e aceleração em 12,2 segundos). O hatch tem um desempenho inferior, com máximo de 200 km/h.

Preços

Quem estiver interessado no novo Focus deverá esperar até outubro, quando o modelo começará a ser vendido em 420 pontos. Os preços do hatch vão de R$ 58 190, na versão GLX manual, a R$ 73 390, na opção Ghia automático.

O sedã, por sua vez, parte de R$ 59 690 e vai até R$ 74 890, nas mesmas alternativas do dois volumes. A marca acredita que venderá a grande maioria dos automóveis com cambio automático.

terça-feira, 12 de agosto de 2008


Chevrolet Volt estará no Salão do Automóvel

A maior esperança da Chevrolet de reverter a situação atual estará presente no próximo Salão do Automóvel de São Paulo. É o Volt, veículo híbrido que a marca mostrou em Detroit no ano passado.
A propulsão principal do Volt é elétrica, mas o carro traz também um propulsor a gasolina, que serve para realimentar as baterias. A maior sacada do Volt é ser abastecido em uma simples tomada elétrica. Ainda assim, a GM estuda duas novas baterias que possam dar ao carro a autonomia prometida, que pode chegar a 1 000 km.

O Volt também foi desenhado para receber diversos tipos de motores em sua plataforma, já prevendo a evolução desse tipo de propulsão. A versão de produção, no entanto, só deve chegar ao mercado em 2011