Foram divulgados nesta manhã os preços oficiais do novo Volkswagen Gol, cujo test-drive para a imprensa acontece hoje. O modelo básico 1.0 parte de R$ 28.980, e a versão Trend tem preço de R$ 29.825.
Já o modelo de entrada na motorização 1.6 custa a partir de R$ 32.290. Também apresenta duas outras versões: Trend, por R$ 33.235, e Power, por 36.420.
Novo Volkswagen Gol: design totalmente rejuvenescido
207 CUSTARÁ MENOS QUE O 206
Durante o lançamento oficial para a imprensa especializada, que ocorre em Búzios (RJ), a Peugeot divulgou os preços oficiais do 207 Brasil, previsto para chegar às revendas autorizadas no início de agosto, nas versões perua e hatch – o sedã fica para depois do Salão. A maior novidade está na redução do preço de entrada em relação ao 206, em R$ 1.500. O raciocínio vale para as demais versões do modelo. Assim o 207 1.4 XS hatch, equipado com ar-condicionado e direção hidráulica de série, custará R$ 37.790. A perua 207 SW 1.4 mais em conta será vendida a R$ 42.990 com o mesmo pacote de acabamento. A Peugeot espera vender 5.200 unidades por mês das linhas 206 e 207 (20% do primeiro e 80% da novidade). O 206 hatch continua em produção apenas na versão Sensation, vendido a R$ 29 mil.
sábado, 28 de junho de 2008
Nova fábrica da Toyota ficará em São Paulo
Montadora japonesa fará novo veículo compacto a partir de 2010
Se existia esperança em alguns estados brasileiros de receber os investimentos da segunda fábrica da Toyota no país, eles acabaram ontem. Reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico nesta quinta-feira diz que a marca japonesa já bateu o martelo: a nova unidade também ficará no estado de São Paulo, assim como a instalação de Indaiatuba.
Até então, diversos estados pleiteavam o investimento, como Paraná e Mato Grosso do Sul. No entanto, como a fábrica será a chave para o crescimento da Toyota no Brasil, o fator proximidade com os fornecedores e o resto da estrutura da empresa pesou mais forte.
A Toyota ainda decide qual cidade receberá a quantia de US$ 1 bilhão para a construção da unidade, mas a região de Sorocaba é a favorita. Além da proximidade com a capital paulista, o relevo plano e a ótima infra-estrutura de transporte, o local está a poucos quilômetros da fábrica de Indaiatuba.
Família de compactos Com as vendas em queda nos Estados Unidos, a Toyota decidiu acelerar seus planos nos países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China). Com isso, o projeto de uma família de compactos na América Latina teve sinal verde. A intenção é começar a produzir em 2010 um veículo simples na faixa de R$ 30 mil, mas com bom acabamento. Para isso, a nova instalação terá capacidade anual de 200 000 carros, o que é um volume equivalente ao que vende o Palio, 2º colocado no ranking.
Ao contrário do que é falado por parte da imprensa, o veículo será inédito e não uma versão local do Yaris, compacto vendido no hemisfério Norte.
Aston Martin moto 007
Os carros da Aston Martin são luxuosos e esportivos e já estiveram nas telonas do cinema junto ao agente britânico James Bond ou agente 007. Agora a marca também poderá investir nas duas rodas. As motos, segundo previsão de um designer italiano, serão tão luxuosas quanto os automóveis.
Você que está acostumado a ver os esportivos de luxo da Aston Martin, pode também, em breve, se deparar com a DBV4, uma superesportiva que está sendo desenhada, por enquanto, pela fabricante de carros. Desde o ano passado, as informações vinham dando conta da produção de motores da Aston especialmente para motocicletas, mas ninguém arrisca uma previsão de quando esse motores estariam realmente equipando um quadro e suspensões em duas rodas.
Agora já se sabe que a montadora inglesa investe em um projeto exclusivo de motocicleta cujo objetivo principal é agradar os clientes mais exigentes e claro mais endinheirados. Apesar da beleza e do motor que leva o nome Aston Martin, a motocicleta e de deixar queixos caídos, como se pode ver na imagem, produzida pelo designer italiano, Oberdan Bezzi. O italiano transformou o plano da montadora inglesa em objeto de luxo e beleza e faz uma projeção de como poderá ficar a máquina da Aston Martin.
A DBV4 contaria com componentes de primeira linha, transmissão por cardã, freios de qualidade, rodas superleves, acabamentos em fibra de carbono, de acordo com a previsão do designer italiano. O motor seria um V4 de 1200 cm³. O desenvolvimento da máquina para o plano real, ser[a feito numa parceria da montadora inglesa e um estúdio de engenharia da Fórmula 1
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Novo Gol, a primeira foto oficial
Praticamente outro carro, hatch da Volkswagen promete mudar o padrão da categoria. Saiba agora um pouco sobre o maior lançamento do ano
Fim do embargo. A partir da 0h00 desta quarta-feira, dia 25 de junho, o novo Gol não é mais segredo, embora muitas informações já tenham sido divulgadas, muitas delas reais. A Volkswagen enviou para a imprensa esta única foto oficial antes do lançamento, no próximo domingo. A estratégia coincide com a chegada às bancas do país das edições de julho das revistas especializadas, que tiveram contato com o carro antes.
Como as imagens vazadas mostravam, o novo Gol é literalmente outro carro. Apenas o nome restou, no geral o modelo está mais próximo de Fox e Polo do que do seu antecessor. A mudança era necessária já que o hatch mais vendido do Brasil ainda mantinha o DNA do primeiro Gol, de 1980. Um exemplo era o criticado motor instalado longitudinalmente, hoje uma arquitetura só vista em carros de grande porte.
O novo projeto, ao contrário, é um composto de vários modelos, nacionais e estrangeiros. Há equipamentos do Fox, como o volante e hastes, câmbio e motor derivados do Polo, originalmente, retrovisores inspirados no Passat CC e frente que lembra o jipe Tiguan, para ficarmos em alguns exemplos.
Apesar do visual original aqui, o novo Gol promete mais em movimento. A Volkswagen, pelo que apuramos, buscou diferencia-lo da concorrência ao incorporar novos processos de fabricação que elevaram a qualidade de construção. O que se tem é um veículo mais rígido, silencioso e espaçoso.Aliás, o carro é mais alto e mais largo que o anterior. Ele encurtou no comprimento, mas oferece mais espaço internamente, fruto do motor transversal.
A lista de equipamentos, a maioria opcionais, é extensa e inclui ABS, airbag, ar-condicionado, computador de bordo, rádio MP3, volante com ajuste de altura e profundidade, direção hidráulica, faróis de neblina, trio elétrico e comandos satélites no volante. Claro, muitos desses itens existem nos rivais, mas a questão é saber o custo deles. Isso, apenas no lançamento.
Mas não precisaremos esperar pelo desempenho e pelo consumo. Segundo descobrimos, o Gol 1.6 tem velocidade máxima de 192 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 9,6 segundos – a versão 1.0 atinge 169 km/h e leva 12,9 segundos. O consumo do motor 1.6 é de 8,8 km/l na cidade e 12,4 na estrada – no 1.0, os valores são de 9,6 km/l e 12,6, respectivamente.
O mistério permanece nos preços. De um lado, há quem diga que os valores serão os mesmos, mas muita gente aposta numa leve alta, aproveitando o fator novidade. Independente disso, o fato é que dificilmente o Gol perderá a majestade. Hoje, ele vende de 3 a 4 mil carros a mais que o Palio, o 2º colocado e tende a abrir essa vantagem com a nova geração, já que a VW não tinha um carro para brigar na faixa dos R$ 30 000. A questão é saber se o Gol não acabará tirando clientes do Fox e do Polo, de quem já ganhou muitos “presentes”.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Nova GSX1300R Hayabusa nas lojas
O modelo 2009 da GSX1300R tem aerodinâmica inspirada no falcão caça japonês chamado Hayabusa, que também ultrapassa a barreira dos 300 km/h, já está nas concessionárias da marca em todo o Brasil.
O modelo Hayabusa inaugurou uma nova categoria esportiva: a Ultimate Sports. Combina forte aceleração, aerodinâmica que corta o vento de maneira perfeita, posição de pilotagem esportiva, estilo inovador e conforto para percorrer longas distâncias, a GSX1300R Hayabusa conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo.
Projetada para entregar uma performance equilibrada, agora foi renovada para alcançar níveis ainda mais altos de eficiência e dirigibilidade. Para isso, sua aerodinâmica e proteção contra o vento foram melhoradas. Nela foi aplicado o mais recente e avançado sistema de injeção eletrônica digital e o funcionamento do motor possui três diferentes modos de pilotagem, para agradar a todo tipo de piloto.
A nova GSX1300R Hayabusa possui um motor quatro cilindros mais robusto. Seu desenho básico não foi alterado, com refrigeração líquida, sistema SRAD (Aríete de Ar Direto Suzuki), injeção eletrônica e quatro válvulas por cilindro. Estes são revestidos internamente pelo chamado Material Eletroquímico Composto Suzuki (SCEM), que melhora a transferência de calor e aumenta a durabilidade.
Com maior cilindrada, agora oferece 1340cm3 em vez dos 1299cm3 da versão anterior. Mas a nova Hayabusa não é apenas mais forte em toda faixa de rpm: sua combustão também é mais eficiente, o que gera uma menor emissão de gases poluentes. Ainda pensando na proteção do meio ambiente, a GSX1300R Hayabusa está equipada com o chamado sistema PAIR (Injeção de Ar na Saída de Escape).
Controlado pelo computador de gerenciamento do motor, este sistema injeta ar fresco da caixa do filtro de ar na saída do escape, permitindo a combustão dos hidrocarbonetos não queimados. Este mecanismo, aliado ao catalisador e ao sensor de oxigênio instalados no sistema de exaustão, fazem com que a nova Hayabusa atenda aos rigorosos padrões Euro 3 e Tier 2 sobre emissões de gases.
A GSX1300R Hayabusa apresenta transmissão de seis marchas e um Sistema de Assistência à Embreagem Suzuki (SCAS) operado hidraulicamente. O SCAS reduz a força necessária no manete para acionar a embreagem e suaviza os trancos nas reduções de marcha, contribuindo para o aumento do conforto e da segurança do piloto. Para acompanhar a maior entrega de torque da nova Hayabusa, a extensão das marchas foi otimizada e um jato de óleo lubrifica constantemente a quarta, quinta e sexta marchas para reduzir o desgaste e os ruídos durante a viagem.
A nova Hayabusa conta também com um sistema automático de controle da marcha lenta (ISC – Idle Speed Control), que regula o volume de ar que passa através do corpo de borboletas de acordo com a temperatura do líquido de arrefecimento, resultando em uma marcha lenta estável e melhorando a partida a frio.
O Sistema de Gerenciamento do Motor, provido de um poderoso computador de 32 bits e 1024 KB de memória, controla o sistema de injeção de combustível, a ignição eletrônica e a Válvula de Borboleta Dupla Suzuki (SDTV – Suzuki Dual Throttle Valve). Com base na posição da válvula de borboleta primária, na rotação do motor e na marcha engatada, o computador de gerenciamento do motor abre ou fecha a válvula de borboleta secundária, mantendo a velocidade do ar apropriada para que se obtenha máxima eficiência na combustão e resposta à aceleração, principalmente em baixas e médias rotações.
A nova Hayabusa apresenta também um original sistema de seleção do modo de pilotagem (S-DMS – Suzuki Drive Mode Selector), adaptando a entrega de torque e potência de acordo com a preferência do piloto. Essas três diferentes curvas de performance foram desenvolvidas utilizando a experiência adquirida pela Suzuki com suas motocicletas de corrida sob várias condições de uso.
A Hayabusa sempre foi conhecida por seu formato aerodinâmico. Na nova versão, este design foi ainda mais aperfeiçoado: a carenagem levemente maior e a bolha frontal 15mm mais alta reduzem a exposição dos joelhos, cotovelos, mãos e pés do piloto ao vento durante a viagem. O formato da bolha frontal também foi melhorado e os encaixes com a carenagem e o painel estão mais exatos. O chassi de dupla longarina, feito em liga de alumínio, ficou mais leve e mais resistente. O sub-chassi foi rebaixado, juntamente com o assento traseiro, que está posicionado 17 mm mais abaixo.
As suspensões contam com regulagem total da pré-carga e as forças de retorno e de compressão, de alta e baixa velocidade, podem ser ajustadas individualmente na dianteira e na traseira. O amortecimento dianteiro é feito por garfo invertido, aperfeiçoado devido a um tratamento superficial dos tubos internos. A balança traseira conta com um monoamortecedor e o curso da roda continua com 140 mm.
As rodas foram redesenhadas com três raios, construídas em liga de alumínio com 17 polegadas. Na dianteira, a eficiência de frenagem é garantida por duplo-disco flutuante, mordido por pinças Tokico de quatro pistões opostos de alumínio de montagem radial. A dimensão dos discos foi reduzida de 320 mm para 310 mm de diâmetro, com um aumento de 5,0 mm para 5,5 mm na espessura, reduzindo a inércia do conjunto e melhorando o desempenho da suspensão. O freio traseiro conta com pinça deslizante Tokico de pistão simples, com disco de 260 mm de diâmetro e 5,5 mm de espessura.
Para maior praticidade, o painel de instrumentos é completo: tacômetro, velocímetro, marcador de combustível e de temperatura do líquido de arrefecimento estão distribuídos em quatro marcadores de mesmo tamanho. Há também luzes indicadoras de nível baixo de combustível, superaquecimento do líquido de arrefecimento, neutro, setas, luz alta, pressão do óleo e funcionamento da injeção eletrônica. Além disso, o piloto pode programar o acendimento de uma luz de aviso quando o motor alcançar uma determinada rotação estipulada por ele. No centro do painel, uma tela em LCD mostra relógio, marcha engatada, modo de pilotagem selecionado, hodômetro total e dois hodômetros parciais.
Os inconfundíveis faróis da Hayabusa foram conservados na nova versão, mas alguns detalhes foram repensados para torná-la mais aerodinâmica. A luz alta do farol frontal é mais compacta e forte, fornecendo luz mais intensa para o aumento da segurança do piloto. O farol traseiro agora utiliza LEDs como fonte de luz, por serem mais brilhantes e duráveis que as lâmpadas convencionais.
A nova Hayabusa pode ser encontrada nas cores laranja, branca, azul e preta, a um preço sugerido de R$61.200,00.
domingo, 22 de junho de 2008
Motos chinesas invadem o Brasil
Já passa de 30 o total de marcas chinesas de motocicletas presentes no Brasil, algumas com linhas de montagem local e outras importadas. Na lista feita pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas (Abraciclo), nomes como Guangdong, Shineray, Zhejiang, Chituma, Panyu e Jailing. A maioria entrou no País nos últimos três anos, na garupa de um mercado que cresce há mais de uma década e passará de 2 milhões de unidades este ano. De janeiro a abril, as fabricantes de motos faturaram US$ 2,76 bilhões.
Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa)contabiliza 13 montadoras de motocicletas, das quais oito ligadas a marcas chinesas. Outras seis, também de origem chinesa, já tiveram projetos aprovados e devem instalar-se futuramente. Há ainda marcas que anunciaram projetos e não estão na lista da Suframa, como a Microservice e a Motor Z.
Juntas, as marcas chinesas representam quase 10% do mercado brasileiro - que de janeiro a maio soma 776 mil unidades - e começam a cutucar a gigante Honda, líder há mais de 30 anos. A montadora japonesa detém 71% das vendas, mas perdeu 15 pontos em relação ao início da década, quando dividia mercado com a Yamaha e marcas de luxo importadas.
A Yamaha também vem perdendo terreno e responde por 11,5% das vendas, enquanto a Suzuki tem 8,1%, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A Sundown, com 4,7% do mercado, tem como fornecedoras as chinesas Qingqi e Zongshen. A Dafra, do grupo Itavema, tem 1,9% do mercado e recebe componentes da Lifan, Loncin e Zongshen.
O restante do mercado é pulverizado entre as demais marcas. Algumas são empresas de capital nacional que adquirem peças e tecnologia de fabricantes chinesas, como a Sundown, da Brasil & Movimento, e a Garinni, do grupo Itapemirim. Outras são apenas importadoras, como a Green e a MVK. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Japoneses agora estão customizando scooters.
No Japão a mania do momento é customizar scooters. Confira nas fotos a ousadia e a criatividade de alguns modelos.
Honda Forza
Honda Forza
Suzuky Skywave
Suzuky Skywave
Kybele Syber
Yamaha Maxam
Agora você já sabe o que fazer para melhorar a aparência da sua scooter. Se quiser ver mais fotos acesse a galeria do Japanese Scooters.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Honda inicia produção do FCX, movido a hidrogênio
A Honda anunciou a produção das primeiras unidades do FCX Clarity, seu veículo movido a hidrogênio com emissão zero de poluentes. Por ter uma construção cara, a intenção do fabricante japonês é entregar cerca de dez unidades até o próximo ano e por volta de 200 dentro de três anos.
Pelo escapamento do FCX sai apenas vapor d'água
No FCX, uma pilha de combustível faz o hidrogênio reagir com o oxigênio do ar e tem energia elétrica como resultado. Esta, por sua vez alimenta os motores do veículo. Como resultado, apenas vapor d’água é expelido pelo escapamento. Um tanque de hidrogênio fornece energia para o veículo percorrer cerca de 280 milhas (450 km).
O primeiro FCX será entregue em julho para Ron Yerxa, produtor de cinema. Logo depois, as atrizes Jamie Lee Curtis e Laura Harris receberão os seus. Eles vão pagar cerca de US$ 600 por mês durante três anos, já com a manutenção incluída. O abastecimento com hidrogênio será feito em três concessionários da Honda, no estado americano da Califórnia.
O carro nem foi revelado e já está criando polêmica. Há alguns dias foi divulgado que o chefão mundial da Volkswagen, Dr. Martin Winterkorn, teria decidido não produzir o Golf geração 6 na América e na Oceania por causa do dólar barato.
Segundo a nota do blog alemão German Car Blog, a VW teria prejuízos de 600 milhões de euros se optasse por vendê-lo por essas bandas.
Hoje o porta-voz da Volkswagen nos Estados Unidos garantiu que o Golf VI chegará ao país e que o carro estará lá no final do ano.
Sem os Estados Unidos, a América Latina teria pouca demanda para produzi-lo, a princípio. Mas é difícil imaginar a VW perder participação no México e Brasil enquanto suas rivais trazem modelos mais novos. Enfim, ainda é cedo para tirar conclusões.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Dicas de Segurança Para Viagem
Antes de Viajar, verifique:
- Se os pneus estão bem calibrados de acordo com a carga a ser transportada. - Se os espelhos retrovisores estão na posição correta. - Se os freios e amortecedores estão em ordem. - Se os faróis e lanternas não estão queimados. - Se os limpadores de pára-brisa estão em ordem. - Se as velas e correias estão em ordem.
- Se extintor, triângulo, macaco, chave de rodas estão em ordem. - Se todos os passageiros, inclusive os do banco traseiro, estão usando o cinto de segurança corretamente. - Se o níveis de óleo do motor, freios, da água do radiador e do limpador de pára-brisa estão corretos. - Se as bagagens estão distribuídas de forma equilibrada para não comprometer a estabilidade do veículo. - Se todos os documentos do veículo e do condutor estão em ordem.
Chuva
No início, quando caem os primeiros pingos, forma-se uma camada de lama, areia, óleo, detritos de borracha que tornam a pista escorregadia. As atitudes mais seguras a tomar são: - Ligar o limpador de pára-brisa. - Manter os faróis baixos acesos. - Abrir um pouco os vidros laterais e ligar a ventilação do seu veículo para evitar embaçamento. - Não frear bruscamente. - Reduzir a velocidade gradativamente.
Neblina
A neblina pode acontecer a qualquer momento e prejudicar a visibilidade dos motoristas. As atitudes mais seguras a tomar são: - Manter os faróis baixos acesos. - Ficar a uma distância segura do veículo à sua frente. - Abrir um pouco os vidros para evitar embaçamento. - Não parar na pista. - Não trafegar pelo acostamento, que é reservado para os veículos de emergência. - Não ultrapassar pela direita. - Não ligar o pisca-alerta com o veículo em movimento.
Fogo na Mata
Quase sempre uma ponta de cigarro acesa, lançada na estrada, pode causar um incêndio. Provavelmente, se não for extinto a tempo, destruirá todo o verde da rodovia, sobretudo no inverno, que é época de seca. Saiba que a fumaça na estrada reduz sensivelmente a visibilidade do motorista, e pode causar acidentes. As atitudes mais seguras a tomar são: - Diminua a velocidade. - Feche os Vidros. - Avise a policia rodoviária e a empresa que da manutenção a pista.
Nova Honda Shadow 750 2009
A Nova Honda Shadow 750 2009 chega com um moderno sistema de injeção eletrônica, e também detalhes diferentes na aparência. Modelo 2009 chega com moderno sistema de injeção eletrônica, além de cores e grafismos diferenciados. A moto custom começa a ser vendida no mês que vêm, junho de 2008, em todas as concessionárias Honda do Brasil.
O novo sistema de injeção eletrônica da Nova Honda Shadow 750 2009 é um PGM-FI (Programmed Fuel Injection), que já atende a terceira fase da norma brasileira PROMOT, de controle de poluição de motos, que só entra em vigor em 2009. A Honda quer vender 3.000 unidades por mês até o final de 2008.
Na frente, a Nova Honda Shadow 750 2009 possui conjunto óptico de forma tradicional, com farol de refletores multifocais, lentes transparentes e lâmpada halógena 60/55W. Na traseira, a lanterna e os piscas oferecem ampla capacidade de iluminação.
A posição de pilotagem foi mudada, melhorando no conforto em longas viagens e facilitando a maneabilidade em uso urbano. Agora o guidão está 17mm mais alto e 15mm à frente, permitindo que os braços não fiquem tão flexionados.
O painel de instrumentos da Nova Honda Shadow 750 2009 foi modificado para reforçar ainda mais o estilo “Classic Custom” da Shadow 750. Integrado com o tanque de combustível, é possível fazer a leitura do velocímetro, luz indicadora do neutro, pressão do óleo, temperatura do líquido de arrefecimento, injeção eletrônica e H.I.S.S (Honda Ignition Security System). Além disso, as luzes indicadoras de reserva de combustível, sinalizadores de direção e farol alto estão localizadas na mesa superior da motocicleta.
A Nova Honda Shadow 750 2009 tem um novo escapamento duplo, com sensor de oxigênio (que auxilia o módulo ECM na correção da mistura ar/combustível antes da combustão) e sistema de catalisador interno para cada peça. Com um visual de uma autêntica custom, suas ponteiras estão mais curtas, resultando em um som mais envolvente e realçando as batidas e as pulsações do motor.
O motor da Nova Honda Shadow 750 2009 tem 745 cilindradas, dois cilindros em “V” de 52º e arrefecimento a líquido. Sua potência é de 45 cavalos e torque de 6,5 kgfm. O tanque de combustível da Nova Honda Shadow 750 2009 é de 14,4 litros, incluindo a reserva.
Com todas essas inovações tecnológicas, a Shadow 750, modelo 2009, mantém o seu valor e tem preço púbico sugerido de R$ 29.980,00, com base no Estado de São Paulo e não inclui despesas com frete e seguro. As cores podem ser preta, azul e cinza.
Matéria em vídeo publicada no YouTube
Ficha Técnica - Honda Shadow 750 - 2009
Kawasaki Ninja 250R no Brasil, acontecerá??
A Kawasaki Ninja 250R é um modelo menor, de entrada nas motos esportivas, que a Kawasaki vende no exterior a um bom tempo, mas nunca vendeu no Brasil. Como dentro de pouco tempo teremos a Kawasaki oficialmente por aqui, os rumores sobre a Kawasaki Ninja 250R ser vendida aqui estão aumentando cada vez mais. Ela é conhecida também por Ninjinha. Ela existe desde os anos 80.
A Kawasaki Ninja 250R é um modelo para atingir os motociclistas mais jovens que gostam do estilo esportivo como sua primeira moto. Ela tem discos de freio inspirado nos modelos de competição, rodas fundidas de seis raios, suspenção telescópica dianteira de 37 mm, bem suave, ponteira de escape cromada e esportiva, etc.
As rodas da Kawasaki Ninja 250R, de 17”, fazem da moto uma supersport como as irmãs Ninja. Os aros suportam pneus de perfil baixo, as medidas das rodas são 17xMT2.75 (frente) e 17xMT3.50 (atrás). Os faróis duplos montados na carenagem da Ninja 250R permitem-lhe ver e ser visto com estilo.
O motor da Kawasaki Ninja 250R é um de dois cilindros paralelos e com 249 cilindradas, com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC), oito válvulas e câmbio de seis velocidades, entregando 33 cavalos. Seu tanque de combustível é de 17 litros. O painel da Kawasaki Ninja 250R tem 3 mostradores analógicos sendo velocímetro, rotações e combustível.
Nos EUA, o preço da Kawasaki Ninja 250R é de cerca de 3.500 dólares. Seria muito bom termos ela no mercado brasileiro!!
Yamaha VMax 2009: agora com 200 cavalos!!
A Yamaha VMax 2009 está aí, de volta ao mercado em definitivo, e com estética bem agressiva. Algumas semelhanças existem com relação ao modelo anterio, como por exemplo o motor V4 e boas acelerações. E agora ela tem nada menos que 200 cavalos!!
A Yamaha usou tecnologias modernas no sistema de admissão, como condutas de admissão de comprimento variável e o acelerador eletrônico. O motor V4 é inclinado em 65 graus, e tem 1.679 cilindradas, bem mais que as 1.200 de anteriormente.
Este modelo terá a sua apresentação ao público no próximo Salão Internacional europeu, não estando ainda confirmada uma data certa para a sua chegada ao nosso mercado.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Effa M100, o carro mais barato do Brasil
Agora é oficial: o Mille perdeu o título de carro mais barato do país. Se alguém quiser comprar um veículo zero km e desembolsar o menor valor, acabará levando para casa o Effa M100, uma espécie de microvan feita na China.
Como todos os projetos chineses que estão chegando ao Brasil, o M100 também enfrenta toda a burocracia e falta de estrutura de seus representantes. Ao contrário de algumas marca de motocicletas, como a Dafra, as investidas são tímidas e um pouco desorganizadas. A Effa, por exemplo, anuncia o início das operações há tempos, mas só agora o primeiro lote para a venda chegou. São 63 unidades do modelo de passageiros e mais 26 da versão utilitário.
O preço inicial é de R$ 22 980, exatos R$ 500 a menos que o Mille 2 portas. E, ao contrário deste, vem com vidros e travas elétricas, ar-condicionado e CD player de série. Por enquanto, apenas quem mora em São Paulo poderá encontrar uma revenda da marca, mas a Effa promete atingir outros mercados em breve. A intenção é vender cerca de 200 carros por mês, pouco se comparado aos cerca de 10 000 Mille que são emplacadados no mesmo período.
Certamente, os chineses estão longe de incomodar as marcas tradicionais, mas não deixa de ser positivo ter mais opções para os consumidores, sobretudo para os que tem menos recursos financeiros
terça-feira, 10 de junho de 2008
Mariana Balbi faz seu primeiro pódio nos EUA
A piloto da Pro Tork ficou em terceiro lugar na segunda etapa do WMA, campeonato feminino de motocross mais disputado do mundo.
Mariana Balbi e a equipe Pro Tork tem motivos de sobra para comemorar. A mineira fez uma excelente prova neste fim de semana na cidade de Wortham, no estado do Texas e sagrou-se terceira colocada na somatória das duas baterias da tarde de sábado.
Mariana conseguiu um quinto lugar na primeira bateria e melhorou ainda mais sua performance na segunda bateria, concluindo em quarto lugar.
Este resultado garantiu, além do terceiro lugar no pódio, o quarto lugar no ranking do campeonato WMA, ficando apenas 3 pontos atrás da terceira colocada e atual campeã, Jéssica Patterson.
“Para mim foi um resultado incrível. Eu estava me sentindo muito bem com a moto e me adaptei bem com a pista. Fiquei muito feliz em ir para o pódio já nesta segunda etapa. Estou cumprindo com meus objetivos aqui nos Estados Unidos” – comemorou a piloto. “Agradeço muito a Pro Tork e a minha família, pois sem eles não seria possível estar aqui” – concluiu.
O AMA/WMA (Women´s National Motocross Championship) vai para terceira etapa no dia 21 de Junho, na cidade de Lakewood, estado do Colorado.
A Pro Tork Racing Team conta com apoio de Rinaldi / Dash Industries / CMB / American Cross
Seat poderá fabricar carros na América Latina
Plantas localizadas no Brasil, Argentina e México podem receber a produção
A Seat, braço espanhol do grupo Volkswagen, anunciou há cerca de dois anos um objetivo ambicioso: duplicar as vendas de 431 000 carros em 2007 para 800 000 unidades em 2018. Uma das estratégias para atingir a meta será utilizar algumas fábricas que a VW possui na América Latina, mais precisamente no Brasil, Argentina ou México, para construir esses veículos, já que construir novas unidades, além de tempo, demanda muito investimento.
O plano foi elucidado pelo próprio presidente da Seat, Erich Schmitt, ao boletim Automotive News Europe. Outra vantagem obtida com a montagem dos carros em nossa região, é marcar presença em um mercado com grande potencial de crescimento. Segundo o periódico, a montadora espanhola também considera a produção de veículos na Rússia e China. Um posicionamento da fabricante sobre a decisão é esperado para o próximo mês, mas já é sabido que a Volkswagen terá exposto em seu stand no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro, uma unidade do Seat Ibiza. O fato não é novo, já que, na mesma mostra em 2006, a Seat também estava presente no espaço reservado à sua matriz.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Mais veículos, mais cuidados ao dirigir
Os veículos , hoje em dia, se multiplicaram em velocidade espantosa. As motocicletas, por exemplo, eram em muito menos número há vinte anos. E, tanto para o motorista de automóveis quanto para o motociclista , a convivência entre pequenos e grandes veículos exige muita, muita atenção. • Estima-se que existam 900 mil motoboys e motogirls em todo o Brasil, sendo 300 mil só em São Paulo. • Acidentes de moto representam 19% dos gastos totais do Brasil com acidentes de trânsito. A segurança do motociclista depende muito de ser visto pelos motoristas. Andar sempre com os faróis acesos, de preferência com coletes re fletivos e capacetes aprovados pelo Contran, ajuda a tornar a motocicleta mais segura! Outros problemas, não tão novos assim... A legislação, hoje, é muito mais rigorosa. As penas, muito mais pesadas. Mas o consumo de álcool continua ocupando um triste lugar de desta que na estatística de causas de acidentes. Ainda vai demorar muito para que o mundo enxergue a luz no fim do túnel com relação a esse problema. • Em alguns países, a proibição de todas as propagandas de bebidas alcoólicas reduziu em 30% os acidentes de trânsito. • No Brasil, metade dos acidentes automobilísticos fatais está ligada ao consumo de álcool . Fique atento: bebida e direção formam uma das mais mortais combinações do trânsito.
Texto: Isabel Meirelles Rezende Professora de História e Pesquisadora http://lattes.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Volvo C30 2.0 - A aposta da marca sueca no Brasil
Lançado na Europa no final de 2006, o modelo tem conquistado um bom número de compradores a cada mês no país graças à desvalorização do dólar perante o real. Não que ele seja barato: é necessário desembolsar R$ 89 933 para adquirir a versão de entrada do carro – equipada com motor 2.0 l 16V que desenvolve 147 cv de potência e 18,8 kgfm de torque – igual à testada por nós e apresentada nas fotos ao lado. Com pretensão esportiva, o pequeno Volvo ainda oferece a versão intermediária equipada com motor 2.4 l de 5 cilindros e 172 cv de potência por R$ 118 500 e a top de linha 2.5 l turbo, também com 5 cilindros e mais potência (233 cv), a um custo de R$ 127 900.
Sempre preocupada com a segurança, um dos diferenciais da Volvo, inclusive no Brasil, são os serviços de dois anos de manutenção gratuita além da própria garantia da marca, que cumpre o mesmo período. Também é oferecido ao comprador dois anos do serviço “Volvo On Call”, no qual a montadora presta socorro ao cliente quando necessário. No saldo final, podemos concluir que o C30 cumpre com louvor sua missão descrita no primeiro parágrafo e com muita originalidade, graças à seu design. Uma pena é o preço, pois, na faixa de R$ 90 000 já é possível adquirir carros de uma categoria superior e com mais espaço interno, como os sedãs de luxo Ford Fusion e Peugeot 407, por exemplo. Mas, se o seu negócio é hatch, o pequeno Volvo é a pedida.
FOTOS:
FICHA TÉCNICA:
Motor: 4 cilindros em linha, 16 válvulas Cilindrada: 1 999 cm³ Potência: 147 cv a 6 000 rpm Torque: 18,8 kgfm a 4 500 rpm Câmbio: manual de 5 marchas mais marcha à ré Rodas: liga leve (alumínio), 16” Pneus: 205/55 R16 Dimensões: 4,25 m (comprimento), 1,78 m (largura), 1,44 m (altura) e 2,64 m (entreeixos) Preço: R$ 89 933
domingo, 1 de junho de 2008
Brasil pode fabricar veículos russos
Grupo russo Rosboronexport quer trazer linha de montagem da GAZ para Santa Rosa (RS)
O município de Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, poderá abrigar em breve mais uma linha de montagem no Brasil, desta vez de veículos militares. É o que planeja o grupo russo Rosboronexport, que negocia com a prefeitura da cidade gaúcha e o Ministério da Defesa a construção de uma fábrica da GAZ, que produz veículos militares para inúmeros países pelo mundo.
“A chegada dessa fábrica ainda depende de pequenos detalhes. A comitiva russa da Rosboronexport voltará ao Brasil em junho justamente para acertar isso. Mas a vinda da GAZ é praticamente certa”, afirma o empresário Arli Silva, que lidera as negociações do lado brasileiro. “A cidade está preparada para receber a fábrica, tanto que, se confirmada a negociação, o município cederá um terreno de 10 hectares, dará isenção de 10 anos dos tributos municipais e fará instalação de toda a infra-estrutura necessária, como água, luz e terraplanagem”, revela.
Segundo o grupo russo, a idéia é investir R$ 50 milhões na unidade brasileira, que quando concluída gerará mais de 700 empregos diretos. Inicialmente, o fabricante planeja montar por aqui o jipe GAZ Tiger, que poderá ser oferecido em versões para uso militar e civil. No futuro, ainda estão os planos a fabricação de veículos militares pesados, como tanques e caminhões anfíbios.
Além de abastecer as forças policiais e militares do Brasil, o plano também visa a exportação de veículos da GAZ para outros países da América do Sul, que carecem de veículos do gênero desde o fim da Engesa, que faliu em 1993
Passaporte para o clube dos sedãs alemães
Por R$ 169 900, o Mercedes-Benz C 200 K Avantgarde leva você a esse seleto grupo
Quando lançou a nova geração do Classe C, em janeiro de 2007 – as vendas no Brasil começaram em maio do mesmo ano –, a Mercedes-Benz não escondeu de ninguém: fez um carro mais esportivo para encarar principalmente o BMW Série 3, conterrâneo que tem no arrojo seu principal ingrediente para seduzir compradores mundo afora. O Audi A4 é o segundo na lista de preocupações do pessoal de Stuttgart e completa a trinca dos sedãs alemães, que parecem ter criado um clube já fechado para novos sócios. Quem quiser freqüentar essa mesa precisa ser apresentado por um dos três ou por seus irmãos maiores – A6 e A8, Série 5 e Série 7 e Classe E e Classe S. E só.
Após seis anos e seis meses com a mesma cara, o C lançado em 2000 terminou seu ciclo – geralmente de sete anos – e deu lugar ao modelo que você vê nas fotos, um carro com linha de cintura mais alta, faróis inteiriços no lugar dos duplos da versão anterior e motores mais potentes. Para conferir como ficou a novidade, escolhemos a versão C 200 K Avantgarde, que custa R$ 169 900 – abaixo dela vem a C 200 K Classic, que traz acabamento mais “simples” por R$ 149 500, e logo acima está a C 280 Avantgarde (R$ 205 000), com motor V6 de 231 cv.
Quem chega para andar pela primeira vez no novo Classe C tem uma surpresa: apesar de parecer menor graças ao estilo mais esportivo, ele cresceu. Ficou 5,5 cm mais longo, 4,2 cm mais largo e 4,5 cm mais alto que seu antecessor. O entreeixos, aliás, também ganhou os mesmos 4,5 cm extras da dimensão lateral – essa “vitaminada” é uma tendência das montadoras para que o dono de um modelo antigo deseje trocá-lo pelo novo. O motor também ficou mais potente: pulou de 163 cv para 183 cv a 5 500 rpm com torque de 25,51 kgfm a 2 800 rpm. Com essas mudanças, o C 2008 só lembra o anterior nas coisas boas: excelente nível de acabamento, interior harmonioso e de bom gosto, baixíssimo nível de ruído e o ambiente mais requintado entre os sedãs alemães de entrada – Série 3 e A4 não batem o Classe C quando o assunto é luxo a bordo.
O DNA da Mercedes continua no painel de instrumentos, nos comandos dos vidros, de acionamento dos faróis e do ar-condicionado de duas zonas, mas o volante cresceu demais e faz o motorista parecer um pouco desajeitado nas primeiras voltas – nada a ver com a direção rápida do Série 3, por exemplo. Mas isso é compensado pelo botão central de comando das funções do CD player compatível com MP3. Prático, ele fica localizado no console central e lembra o sistema iDrive da BMW.
A lista de equipamentos de série ainda traz mais itens: amortecedores com sistema Agility Control (algo como controle de agilidade) que se adaptam às condições do piso, seis airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), luzes de freio que piscam em freadas bruscas acima de 50 km/h e o interessante dispositivo Pre-Safe. Na iminência de uma perda de controle, ele prepara o carro para uma colisão ativando os dispositivos de segurança passiva – tensionando os cintos de segurança, por exemplo. Isso não impede o funcionamento do ESP (Electronic Stability Assist, ou controle eletrônico de estabilidade) ou dos freios ABS com Brake Assist, que distribuem a força de frenagem.
Mas é na hora de acelerar que um sedã alemão mostra por que custa mais caro que seus concorrentes de outros países. O silêncio a bordo, a maciez da suspensão e a ausência total de rebarbas de plástico ou de barulhos mostram que no seleto clube dos três-volumes bávaros só há lugar mesmo para uma disputa entre eles. Na pista de testes, o C 200 K (a sigla abrevia a palavra Kompressor, ou compressor em alemão, recurso que permite ao bloco de 4 cilindros atingir 183 cv) acelerou de 0 a 100 km/h em 9s4. Se o número não é de um esportivo (e a proposta não é essa), não deixa ninguém achar que seu Mercedes é lento.
A velocidade máxima divulgada pela montadora também anima – mais os alemães, que podem andar em uma autobahn sem limite: 235 km/h. E quem se “apertou” com os R$ 169 900 tem no baixo consumo um bom calmante. Na cidade, o sedã roda 7,8 km/l, enquanto na estrada o número sobe para ótimos 13,5 km/l. Ou seja, o C 200 K é bom de ver, de andar e não cobra muito caro por isso – pelo menos ao parar na bomba de combustível.
Clique nas fotos para ampliá-las
Briga de cachorro grande
Ter um sedã alemão feito por Audi, BMW e Mercedes é sinônimo de status em qualquer lugar do mundo. No Brasil, A4, Série 3 e Classe C representam muito mais do que são na Europa e nos Estados Unidos em função do alto preço que têm aqui, o que gera maior exclusividade para eles. Por isso, as versões menores são as mais vendidas e, nesse quadro, o modelo da Mercedes se destaca muito. De janeiro a abril deste ano, foram emplacadas 437 unidades do C 200 K. No mesmo período, a Audi vendeu 91 A4 e a BMW colocou nas ruas 173 exemplares do 320i. Os dados são da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).
Quando o assunto é dinheiro, eles não diferem muito. A escala começa com o BMW 320i, que cobra R$ 163 500 por seu motor 2.0 l de 150 cv, o menos potente dos três. A seguir vem o Mercedes (R$ 169 900) e seus 183 cv. No topo da lista de preço e de cavalaria, está o Audi A4 TFSI Limousine Tiptronic, com propulsor turbo dotado de injeção direta de combustível e 200 cv. Mas atenção: a geração à venda no Brasil logo será substituída pela que roda na Europa. O Série 3 também pode passar por mudanças em breve, já que estreou em 2004. Quem quer um Classe C pode ficar mais tranqüilo: de acordo com a tradição do clube dos sedãs alemães, ele deverá ter leve mudanças apenas em 2010.
CONFIRA ABAIXO O VÍDEO DO C 200 K
FICHA TÉCNICA – MERCEDES-BENZ C 200 K AVANTGARDE
Motor: 4 cilindros em linha, 16 válvulas com compressor Cilindrada: 1796 cm³ Potência: 183 cv a 5 500 rpm Torque: 25,51 kgfm a 2 800 rpm Câmbio: automático de 5 marchas mais marcha à ré Rodas: liga leve, 17” Pneus: 225/45 Dimensões: 4,58 m (comprimento), 1,77 m (largura), 1,44 m (altura) e 2,76 m (entreeixos) Preço: R$ 169 900
MEDIÇÕES
Aceleração de 0 a 100 km/h: 9s4 Retomada de 60 a 120 km/h: 8s6 Frenagem de 100 a 0 km/h: 38,2 m Consumo urbano: 7,8 km/l Consumo rodoviário: 13,5 km/l
A Porsche está comemorando 60 anos de atividades. Fundada em 1948, na Alemanha, a fabricante começou como uma empresa familiar de origem modesta, como ela define. No dia 8 de junho daquele ano, o primeiro modelo da marca, identificado como 356-01, recebeu homologação para uso nas estradas. O carro nasceu com a missão de satisfazer os sonhos do engenheiro Ferdinand Porsche. "Tudo começou quando comecei a procurar e não conseguia encontrar o carro dos meus sonhos. Então, eu mesmo decidi construí-lo", disse. Durante as seis décadas, a empresa passou por altos e baixos, mas se transformou em um dos fabricantes com maior lucratividade no mundo. Para a Porsche, o sucesso se deu graças a modelos que considera inovadores, como os 959, 911, Boxster e Cayenne. Isso além do Fusca, projetado por Porsche, atendendo a pedido de Adolf Hitler, e que rende retribuição financeira a seus herdeiros.
A maior crise econômica da marca foi no início da década de 90, quando a Porsche estava no limite para ser adquirida por outra empresa. Em 1992, Wendelin Wiedeking assumiu a presidência da fabricante e, com o apoio das famílias acionistas Porsche e Piëch, tinha a missão de contornar a crise. Wiedeking adotou novas medidas de fluxo de trabalho e de produção, além de reestruturar a hierarquia. Três anos depois, a produção já estava melhor (o lançamento do Boxster foi nesta época), os balanços financeiros voltaram a ficar positivos e a empresa começou a ocupar uma posição de liderança no mercado.
Em setembro de 2005, sua participação no grupo Volkswagen passou de 31% para 50%, tornando-se a acionista majoritária. O plano para este ano é o de aumentar ainda mais a participação, mesmo tendo que enfrentar o poder de veto do estado da Baixa Saxônia, que detém 20% dos direitos. Wiedeking diz que "a Porsche continuará sendo a Porsche no futuro, da mesma forma que a Volkswagen continuará sendo a Volkswagen. Essa é a receita do sucesso".
Hoje, a Porsche conta com títulos como a empresa de melhor imagem (pesquisa feita pela revista "Manager Magazin"), mais atraente (estudo de "Atratividade" feito pelo instituto norte-americano J.D. Power) e a melhor no "Estudo sobre Qualidade Inicial" (também da J.D. Power).
Atualmente, a fabricante se dedica ao desenvolvimento de tecnologias amigáveis ao meio ambiente. Até 2012, a meta é reduzir 20% do consumo de combustível de seus veículos. Os modelos Cayenne e o futuro Panamera devem contribuir, já que receberão motorização híbrida.